HISTÓRIA DA TELEFONIA NO BRASIL

  • Ainda em 1876, D. Pedro II visitou uma exposição na Filadélfia, onde Graham Bell exibia seu mais novo experimento, o telefone. O Imperador resolveu testar. A engenhoca foi tão bem sucedida que ele ficou deslumbrado e exclamou: “Céus, isto fala!”.
  • A primeira linha telefônica do Brasil foi instalada em 1877 na casa de D. Pedro II, no Rio de Janeiro. Ela interligava a casa do Imperador às casas dos Ministros de Estado, repartições do governo, órgãos militares e corpo de bombeiros.
  • As primeiras ligações eram feitas manualmente pelas telefonistas que ficavam nas centrais. O usuário girava uma manivela que chamava a telefonista e ela transferia a ligação para o telefone desejado.
  • Em 1879, D. Pedro autorizou a exploração dos serviços telefônicos no Brasil. O empresário Charles Paul Mackie obteve autorização para implantar linhas telefônicas no Rio de Janeiro, em seus subúrbios e em Niterói.
  • Em 1890, foi implantada a primeira linha telefônica interurbana no país, entre Rio de Janeiro e São Paulo.
  • Em 1930, foi inaugurada a primeira central automática. Assim, as pessoas conseguiam completar ligações sem o auxílio de telefonistas.
  • Apesar de no início o telefone ser um benefício para poucos, logo ele foi se popularizando. Em 1939, já existiam 300 mil telefones. Cem mil deles se encontravam no Rio de Janeiro.
  • Menos de 30 anos depois, em 1962, já havia mais de 1 milhão de telefones.
  • Em 1965, foi constituída a Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel), uma empresa de economia mista de controle estatal. A Embratel interligou todas as capitais e as principais cidades do país, modernizando as telecomunicações no Brasil.
  • Em 1969, foi inaugurada a primeira estação de comunicação com satélite no Brasil.
  • Na década de 70, atingiu-se o número de 4,5 milhões de telefones. O número de telefones públicos em serviço (TUP) ultrapassou os 31 mil. O sistema de discagem direta a distância já alcançava 533 cidades.
  • Em 16 de julho de 1997, foi aprovada a Lei Geral das Telecomunicações, que criou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
  • Em 1998, o Sistema Telebrás foi privatizado.
  • O dia 1º de maio de 1995 ficou marcado como o dia em que foi oferecida pela primeira vez no Brasil uma conexão à internet. Antes, apenas as universidades e centros de pesquisa tinham acesso à rede.
  • Entre os mais de 15 mil inscritos, a então estatal Embratel selecionou 250 pessoas para fazer parte de um projeto piloto. Eles seriam os primeiros a testar a rede.
  • A conexão era discada, ligada a um modem e a uma linha telefônica; logo, enquanto a pessoa utilizava a internet, o telefone permaneceria ocupado. A internet era tarifada por minuto de conexão.
  • Inicialmente, o acesso era muito lento, o limite era de 56 kbps – a página de um site podia demorar horas para carregar.
  • Ao longo dos anos 2000, foram surgindo as lanhouses, estabelecimentos comerciais que oferecem acesso à internet. As lanhouses ajudaram a popularizar a internet no Brasil. No início, essas lojas eram mais procuradas por pessoas que gostavam de jogos on-line, depois o perfil dos frequentadores passou a ser mais variado.
  • Em 2004, a tecnologia 3G começou a ser oferecida no Brasil.
  • Em dezembro de 2007, foi realizado o leilão das faixas de frequências, o que viabilizou a expansão dessa tecnologia em território nacional.
  • Em 2013, a tecnologia 4G começou a ser implantada nas capitais que sediariam a Copa do Mundo de 2014.
  • Em abril de 2015, o país alcançou a marca dos 190,1 milhões de acessos em banda larga móvel.
  • Em Junho de 2015 o Brasil lançou a tecnologia 4G .
  • Revisão : Humberto Josua Filho  Julho-2017 

 

 

 

                                      HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO DOS APARELHOS TELEFÔNICOS 

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TECNOLOGIA 

 atualizado em 08-08-2017 

O que é o 5G e como ele vai mudar a sua vida

A Ericsson anunciou que fará testes usando rede 5G no Brasil em 2017

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Mas, afinal o que é 5G e como ele poderá mudar a sua vida?

 

Apesar dos testes, a rede 5G ainda deve demorar um pouco para se tornar realidade—a previsão é que isso aconteça lá para 2020. O 4G, diga-se de passagem, chegou a pouco tempo no Brasil. Mesmo mundialmente, a tecnologia não é tão antiga assim.

Veja a seguir um guia explicando os detalhes da rede e os impactos que deve causar.

O que é 5G?

O 5G será a próxima geração de conexão móvel sem fio—será a quinta geração, por isso o nome 5G. A rede poderá ser usada para troca de dados, assim como usamos hoje, em maior parte, o 3G e o 4G.

A evolução permitirá atingir uma velocidade maior em dispositivos pessoais como tablets e smartphones. Mas as grandes promessas sobre o 5G vão além desse tipo de uso.

A expectativa é que o 5G traga a estrutura necessária para que a internet das coisas seja uma realidade no mundo.

Esse conceito prevê dispositivos conectados se comunicando entre si—como uma geladeira que avisa quando estiver sem comida ou um sistema inteligente de casa que prevê quando a pessoa estiver voltando do trabalho.

O que muda em relação ao 4G?

A próxima geração deve trazer algumas mudanças em relação ao 4G. As melhoras são técnicas, mas importantes. As pesquisas na área têm como objetivo atingir três patamares.

Maior velocidade: Em teoria, a rede 4G é capaz de atingir velocidade de um gigabit por segundo—não que você chegue perto disso quando usa a conexão no seu celular. Com o 5G, o objetivo é atingir velocidade máxima dez vezes maior, chegando a 10 Gbps.

Menor latência: Latência é o tempo necessário entre a estimulação e o funcionamento real da rede. A meta é atingir uma latência de apenas 1 milissegundo com o 5G—a rede 4G tem latência de 50 milissegundos.

Maior eficiência: As pesquisas visam atingir um nível de eficiência energética mais alta. Isso é importante dentro da ideia de internet das coisas. Bateria de objetos não podem ser substituídas ou recarregadas com frequência em alguns casos. Aparentemente, a rede será 90% mais eficiente do que a 4G.

O que o 5G possibilitará?

Além de permitir navegação em alta velocidade na rede, com vídeos de alta qualidade (até com resolução 4K) carregando quase instantaneamente, a rede 5G traz outras mudanças importantes.

Ela fará com que a internet das coisas seja possível. A chegada de dispositivos conectados criará demanda por rede de alta capacidade. Estima-se que o 5G permita a conexão de 7 trilhões de dispositivos—assim, cada pessoa no mundo poderá ter mil objetos conectados.

A partir daqui, veremos grandes inovações ao longo dos próximos anos. Com a internet das coisas veremos novidades como carros conectados (e até autônomos) e casas inteligentes.

Ambientes urbanos devem mudar bastante ao longo da próxima década. Soluções conectadas ajudarão na análise de tráfego, fornecimento de água, além de outras inúmeras possibilidades.

Em linhas gerais, a rede 5G trará inovações muito além das telecomunicações. “Ao conectar pessoas, máquinas e coisas em escala maciça se facilita a entrega de cuidados de saúde personalizados, se otimiza transporte e logística, se melhora acesso a cultura e educação e talvez se revolucione serviços públicos”, escreveu a União Europeia em um documento sobre o assunto.

O 5G estaria disponível não somente para smartphones e tablets, mas também para carros, hospitais, casas, entre outros.

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